Uma propósta pedagógica aplicável

fevereiro 26, 2015 by Artigos No Comments

O presente trabalho examina a proposta de uma Educação desenvolvida em torno das indicações da UNESCO, visando levar o aluno a aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver, que significa construir conhecimento de forma integrada, e que prevê a ampliação da visão do ser humano sobre si mesmo, descobrindo e desenvolvendo novas potencialidades, exercitando os hemisférios cerebrais na unificação do raciocínio com a intuição. Porém, construir conhecimentos e desenvolver potencialidades ainda não basta para termos pessoas melhores e um mundo melhor.

Procedimentos baseados somente nestes dois aspectos podem ainda gerar “genialidades” voltadas para a destruição. Sendo assim, impõe-se a necessidade de buscar formas alternativas para incrementar os resultados no processo educativo. Para isso, pretende-se apresentar a contribuição da Análise Transacional como um recurso possível para sustentar nossa ação educacional em Valores Humanos básicos e universais. A Análise Transacional (AT) é uma Teoria da Personalidade com uma abordagem sistemática para o crescimento e a mudança pessoal. A familiarização com essa teoria, agregada aos princípios preconizados pelos Quatro Pilares de Delors, contribui para um “fazer” em sala de aula que promove comunicação efetiva e autonomia entre educador e educando. Na conclusão é fornecido um quadro comparativo de alguns tópicos das abordagens tradicional e contemporânea da educação com os correspondentes quatro pilares indicados pela UNESCO e a inclusão de comentários sobre a Análise Transacional como recurso pedagógico.

O momento atual pode ser caracterizado pelo rompimento das barreiras nacionais e pela conexão de todo o sistema. Ligada a esta macrotendência, existe outra, intra-organizacional: o modelo taylorista-fordista, que marcou a organização do trabalho ao longo do século XX, está sendo integrado com outros sistemas flexíveis e adaptados, quando aplicável, às instáveis condições ambientais. Nesse contexto, o papel do educador ganha contornos distintos dos que o caracterizaram no passado. Há cada vez mais necessidade de novas atitudes e valores. Certamente essa nova postura exige maior compreensão dos processos grupais e suas implicações quanto à tarefa e às relações socioemocionais.

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