Processo Andragógico na Capacitação Docente no Ambiente Corporativo

fevereiro 26, 2015 by Artigos No Comments

Processo Andragógico na Capacitação Docente no Ambiente Corporativo

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O momento atual pode ser caracterizado pela conexão de todo o sistema mundial. Ligada a esta macro tendência, existe outra intraorganizacional – o modelo taylorista-fordista que marcou a organização do trabalho ao longo do século XX está sendo integrado com outros sistemas flexíveis e adaptados às instáveis condições ambientais. Nesse contexto, o papel do educador ganha contornos distintos dos que o caracterizaram no passado. Há cada vez mais necessidade de novas atitudes e valores. Essa nova postura exige maior compreensão dos processos grupais e suas implicações quanto à tarefa e às relações socioemocionais. Há na necessidade de desenvolvimento de habilidades cognitivas, flexibilidade de raciocínio, resolução de problemas, tomada de decisões, etc.

Nestes termos, tomam-se as metodologias participativas de ensino/aprendizagem como uma forma de ampliar o compromisso com a promoção de valores éticos, de responsabilidade social e ambiental na educação. Estas metodologias desenvolvem a capacidade de reflexão autônoma e seu potencial para encontrar soluções criativas na área de atuação profissional e na vida pessoal e social. Dessa forma, preparam pessoas para atuarem de modo efetivo e consciente na construção de um novo tempo e de um novo ser humano, integrado consigo mesmo e com os outros, com capacidade de educar, aprender e dar soluções nas várias situações da vida. As metodologias participativas propiciam o desenvolvimento e a integração das diversas dimensões do ser humano.

Esta realidade está retratada nos dados fornecidos pelo Sindicato do Mercosul (2004):

Adultos que não concluíram o ensino fundamental ou médio estão voltando para a escola. Levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação, mostra que
aumentou em 42% a matrícula de alunos com 25 anos de idade ou mais no período de 1999 a 2003. […] Em 1999 havia no país 2,6 milhões de alunos de ensino fundamental e médio com 25 anos ou mais de idade. Em 2003,
esse número saltou para 3,7 milhões. Foram consideradas as matrículas tanto na rede regular de ensino quanto nas classes de jovens e adultos.

Segundo o Inep, o aumento do número de adultos voltando à escola reflete uma exigência do mercado de trabalho. Sem escolaridade suficiente para conseguir um emprego ou progredir na carreira, um contingente cada vez maior de adultos decide retomar os estudos. O ensino médio tinha 705 mil alunos com mais de 25 anos. Dos 34 milhões de alunos na rede pública e privada de ensino fundamental, em 2003, 664 mil (1,9%) tinham 25 anos ou mais, sendo 414 mil na faixa acima de 29 anos. Alunos matriculados na idade apropriada — aos 7 anos, na 1a série — devem concluir a 8a série aos 14 anos, caso não sejam reprovados nem abandonem os estudos. No ensino médio, que deve ser concluído aos 17 anos, no ano passado havia 705 mil alunos matriculados acima de 25 anos. De acordo com o Censo Escolar, eram 359 mil alunos com 29 anos ou mais.

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